Repercussão na imprensa de Rio Grande
JOrnal Diário Popular
Rio Grande - Um grupo de manifestantes protestou ontem em frente à sede da Corsan na rua Vice-Almirante Abreu. Com objetivo de chamar a atenção para os concursados que não foram chamados a ocupar os respectivos cargos, o grupo quer mudanças nas políticas da companhia.Um dos concursados que se sente lesado é o motorista Paulo Roberto de Oliveira. Ele foi aprovado no último concurso, realizado em 2006, e reclama que até hoje não houve chamado para admissão. “Na região sul ninguém foi chamado, sendo que cem candidatos de seis regiões do norte já começaram a ocupar os cargos. Enquanto isso o prazo de validade do concurso começa a se aproximar”, disse. Além disso, segundo Paulo Roberto, dois funcionários não dariam conta da demanda de serviço dentro na região sul.Uma questão que preocupa o sindicalista e funcionário da Corsan, Giovane Teixeira, é a contratação de empreiteiras para efetuar a leitura da água e a entrega da conta em quatro superintendências. “A água é um bem finito e o mínimo que se espera é que esse serviço seja prestado com excelência”, falou. Teixeira acredita que os aprovados em concurso devem assumir os cargos, pois além de ser o correto eles têm conhecimento específico nessa área.O funcionário aposentado Adair Silva diz que a receita da fundação também fica comprometida, já que funcionários antigos se aposentam e novos não são admitidos, o que a longo prazo pode gerar falta de recursos.
Jornal Agora
Sindicatos protestam contra a contratação de terceirizada pela Corsan
O Sindicato dos Trabalhadores em Distribuição e Purificação de Água e Esgoto do Rio Grande do Sul (Sindiágua) fizeram uma manifestação, na manhã de ontem, em frente à sede da Corsan, localizada na rua Vice-Almirante Abreu. O motivo foi a contratação de uma empresa terceirizada para a realização do serviço de leitura de hidrômetros e entrega de contas aos consumidores. A Corsan firmou um contrato emergencial de noventa dias com a empresa da Capital.Com faixas, "O contingente operacional da Corsan hoje é desumano, chamem concursados já", o Sindiágua, com o apoio de representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Rio Grande (Sinterg), do Cpers/Sindicato e do Sindicato da Alimentação, distribuiu folhetos entre as pessoas que passavam pelas ruas General Netto e Vice-Almirante Abreu, e recolheu assinaturas, conscientizando à comunidade sobre a reivindicação. Segundo o secretário da região sul do Sindiágua, Geovane Teixeira, a estatal gaúcha desde 2006 realizou o concurso para técnico em redes e administrativo para todo o estado, mas os aprovados não foram chamados.